Afirmar a Autonomia
O que vemos
Modelos de resposta e organização impostos a todas as Instituições, que impedem a margem para a adequação e personalização, sem atender à realidade de cada organização, grupo e pessoa.
Perda de missão nas IPSS e do seu papel como laboratórios sociais, dificultando que se identifiquem novas necessidades e respostas.
O que queremos
Autonomia e margem para inovação sem confusão ou sanção. Seja individualmente, com cada beneficiário, seja em geral, com novos modelos de resposta.
Regresso a referenciais e não padrões fixos. Abaixo do referencial, fiscalização sem presunção de falta de qualidade. Acima, só se fiscaliza em caso de indício de práticas ilícitas com consequências sobre beneficiários ou Instituição.
O que faremos
- Identificaremos, com as IPSS e as suas Uniões, as regras e práticas administrativas que restringem injustificadamente a sua capacidade de decisão.
- Garantiremos orientações para todas as IPSS, atempadas, claras e práticas.
- Dotaremos as Uniões de capacidade de apoio de proximidade permanente.
- Apresentaremos propostas de revisão, com prioridades e resultados a acompanhar, fiscalizando o progresso e partilhando, com todas as IPSS, as respetivas conclusões.
- Usaremos a mobilização coletiva para apresentação de iniciativas legislativas de cidadãos, por petição, onde o Estado falhe em legislar para garantir maior liberdade na organização das respostas e condições para experimentar soluções novas.
- Faremos da diplomacia e da cooperação o instrumento privilegiado, mas estamos preparados para exigir que a Constituição e a Lei sejam cumpridas, seja com recurso a mobilização coletiva, seja com recurso a Tribunais.
